Tu que me disseste fazer da escrita o óleo santo
Que cura feridas, pranto,
Segura as mãos...
Tolo Setembro,
Que vaga tardio por folhas secas
Que o vento leva sem pudor
Nunca soube nada de amor
Esse canto que acende versos...
O frio sol do esquecimento
É sombra persistente nas manhãs do tempo!
Nem flores de janelas
Nem vitrais
A boca escarnece os cafezais
Da dor...
(Márcia Christina Lio Magalhães)
Trechos do Poema
écloga de muitos dizeres,
ResponderExcluirbeijo
...e olha que está incompleto amigo Assis.
ResponderExcluirImenso abraço!!
Sempre feliz com tua presença por aqui...
"Tolo Setembro,
ResponderExcluirQue vaga tardio por folhas secas
Que o vento leva sem pudor
Nunca soube nada de amor
Esse canto que acende versos..."
Lindo, lindo!!
Abraço!! Querida poetisa.
Pedro Saulo
Nossa que linguagem poética linda,tens um domínio notável dessa mesma linguagem que usas na escrita de tua poesia,quero dizer com isso que dominas com extrema habilidade a tua pena autoral.És uma escritora de mão cheia e isso não é elogio fácil,basta que alguém leia este teu texto para notar que tarimba e talento para a escrita literária poética não te falta,antes te sobra.E outra,eu não sou de elogiar a qualquer um.Beijos poéticos te mando,oh,brilhante poeta Mineira/Paulistana.
ResponderExcluirPS: Depois quero que me expliques como alguém pode ser mineira e paulistana ao mesmo tempo,ok?rsrsrsrs
Abraço renovado Pedro, que se diz Saulo... ;-)
ResponderExcluirPrimeiramente, obrigada pelas gentis palavras caro Elton, sê bem vindo a este cantinho, faz dele teu tbm e volta...
ResponderExcluirEsse poema é inédito, tanto quanto extenso, faz parte do meu próximo Livro, aqui jaz só um pequeno trecho, feliz que gostou...
Nasci em Minas Gerais, terra maravilhosa de boas pessoas, no fundo, sou uma caipira assumida...rsrs
Mudei-me para São Paulo ainda menina, digo sempre que SP terminou de me criar... Agora ando dizendo, que sou uma Mineira/Paulistana que hoje está Cearense... ;-)
Imenso abraço,