Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, SP, Brazil
A poesia é água cristalina, sacia a sede, alimenta o espírito. Já não posso mais dizer se ela quem me habita ou o contrário. Como explicar sobre? A escrita é uma lâmina afiada, um vulcão, ou apenas ilha de águas mornas, banha pés descalços... Nunca quis definir a poesia, melhor esquecer-se das explicações. Escrever passou a ser janela exposta, que por hora, mantêm-se aberta ao mundo de quem lê. *** Mineira/Paulistana/ Poeta, Escritora, Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão Empresarial. Laureada com o III Prêmio Canon de Literatura e Poesia em 2010. Márcia Christina Lio Magalhães é Sócia-Fundadora da Academia de Letras Juvenal Galeno, onde ocupa a Cadeira nº 10. Diretora de Relações Culturais da ALJUG. Membro da ACE - Associação Cearense de Escritores. Este Blog é dedicado a todos os amantes da poesia e que possamos através dela, unir horizontes, atravessar oceanos, iluminar os corações, alegrar os solitários, apaziguar a alma, multiplicar as amizades, eternizar as emoções. Sejam bem vindos!*** Livros Publicados: POETAR É PRECISO - 1° edição 2010 ** A PELE QUE HABITO - 1° edição 2013.

16 de jan de 2012

Reunião da Academia de Letras Juvenal Galeno







Reunião da Academia de Letras Juvenal Galeno (em fundação). Novembro/2011

5 comentários:

  1. olá márcia
    cá vim, pois espreitar. gostei bastante do poema que termina com "rocha de poesia a lapidar" porque a poesia é um corpo a corpo que ora nos esculpe o corpo, ora se deixa esculpir. Há algo de crença inaugural na sua poesia que não me é próximo (eu serei sempre um lírico reticente), mas gosto de quem acredita.
    se me deixa dar-lhe uma sugestão, há um poeta português muitíssimo bom e de uma intensidade lírica que creio que a sensibilizaria e cuja obra completa saiu no brasil, chama-se Herberto Helder, não sei se conhece, se não aconselho-o vivamente. Mas há-de encontrar poemas dele na net. Fiquei muito bem impressionado com as instalações dessa Academia, aqui em Maputo, onde vivo neste momento tudo roça o sórdido,e só a polícia teria direito a instalações similares. Hei-de voltar, vamos conversando, bj cabrita

    ResponderExcluir
  2. fiquei durante quinze minutos muito intrigado por não perceber como estava o meu quarto habitado pelo som de um "espírito" e só agora dei conta que era a márcia a culpada. é bem apanhado, cabrita

    ResponderExcluir
  3. Feliz com teu aceno Cabrita!

    Já ouvi falar de Herberto Helder, mas não tenho lido nada dele nos últimos tempos... Vou procurar no Brasil se acho algum livro dele, depois te falo minhas impressões.

    Juvenal Galeno foi um poeta cearence nascido a época de 1836, muito envolvido com a Cultura regional. Hoje em Fortaleza CE sua casa foi transformada num espaço Cultural, onde situam-se várias sedes de Academias de Letras, há ensaios teatrais, ópera, reuniões e um grande acervo de livros. (Vide fotos acima).

    Com relação ao "espírito" que lhe assombrava...rsrs é apenas um sino de vento, dando boas vindas aos amigos e visitantes. O mesmo jaz logo acima na lateral direita, balançando ao vento... ;-)

    Um imenso abraço Cabrita!

    ResponderExcluir
  4. Olá

    Sou escritora e venho conhecer o seu trabalho.

    Passando para deixar um excelente domingo e um bom descanso merecedor.

    Quando nos visitar, aproveita para votar em nosso Livro Revelação :

    http://clubnovosautores.blogspot.com/p/promocao-livro-revelacao.html

    Precisamos muito do apoio da população brasileira como incentivo à literatura nacional.
    Estou seguindo aqui, e lhe convido a conhecer o Clube dos Novos autores, segue a gente?

    Um grande beijo!

    ResponderExcluir
  5. Sê bem vinda Adriana!!

    Certamente vou visitá-los no Blog, em tempo.
    Faz deste cantinho teu tbm e volta.

    Uma semana iluminada a vc!!

    Deixo um beijo com sorriso...

    ResponderExcluir

Olá, fico feliz que estejas aqui! Agradeço por deixar um aceno, uma palavra, um pontinho que seja da tua opinião.
Faz deste cantinho teu também e volta, sempre! Deixo um beijo, com sorriso... Márcia Magalhães