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São Paulo, SP, Brazil
A poesia é água cristalina, sacia a sede, alimenta o espírito. Já não posso mais dizer se ela quem me habita ou o contrário. Como explicar sobre? A escrita é uma lâmina afiada, um vulcão, ou apenas ilha de águas mornas, banha pés descalços... Nunca quis definir a poesia, melhor esquecer-se das explicações. Escrever passou a ser janela exposta, que por hora, mantêm-se aberta ao mundo de quem lê. *** Mineira/Paulistana/ Poeta, Escritora, Administradora de Empresas, Pós Graduada em Gestão Empresarial. Laureada com o III Prêmio Canon de Literatura e Poesia em 2010. Márcia Christina Lio Magalhães é Sócia-Fundadora da Academia de Letras Juvenal Galeno, onde ocupa a Cadeira nº 10. Diretora de Relações Culturais da ALJUG. Membro da ACE - Associação Cearense de Escritores. Este Blog é dedicado a todos os amantes da poesia e que possamos através dela, unir horizontes, atravessar oceanos, iluminar os corações, alegrar os solitários, apaziguar a alma, multiplicar as amizades, eternizar as emoções. Sejam bem vindos!*** Livros Publicados: POETAR É PRECISO - 1° edição 2010 ** A PELE QUE HABITO - 1° edição 2013.

11 de fev de 2010


Foto: M.C.L.M

"Tantas são as viagens que os olhos fazem

sob o amanhecer...
A aurora, são pensamentos que fluem dos corações...
A nau do destino, voa sob o pôr do sol.
Ainda que o farol ilumine apenas um grão de areia...
Nas conchas, as lembranças cantam uma melodia
E os rochedos,
harpa misteriosa a espreitar águas da vida!
Não descanso...
Os mares estão lá, flertando com as estrelas...
Sabem esperar, dormem tranquilos nos braços da poesia..."

(Márcia Cristina Lio Magalhães)

4 comentários:

  1. Querida amiga Márcia.

    Ai o mar,
    esse mar que tem mergulhados
    os meus sentimentos,
    que me guia nos sentidos,
    mas que me tolhe os movimentos.

    Lindas palavras.
    Beijos
    Victor Gil

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  2. Lindas as tuas também!!
    Obrigada pela presença!

    abs,

    Márcia

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  3. A alegoria marinha a iluminar enseadas de sonhos e sensações. Linda a convergência dos elementos no devir sensitivo. Não obstante a incapacidade de deixar o corpo dormir, a esperança permance gravada no mar que namora as estrelas, sabendo que é nos seus braços que irrompe a poesia e, nela, o que de melhor o ser humano pode oferecer...

    Obrigado pela tua poesia, querida Amiga!

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  4. Obrigada amigo Jorge pela presença sempre bem-vinda!

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