Foto: M.C.L.M
"Dentro de cada verso mora o infinito
De cada voz que cala imensidões bastante
Dos gestos que te fiz, pedaços de mim
N’algum farol que um dia
A luz da morte há de apagar
Senta cá no cais
Pousa seu amor em mim...
Abraça o poema
Toma-lhe como seu
Pois que lá no céu
As horas são eternas!"
(Márcia Cristina Lio Magalhães)
Abraço o poema; alago-me com o verso infinito; toco o céu, porque as horas passaram a ser eternas.
ResponderExcluirBeijinho, Márcia!
"Dentro de cada verso mora o infinito
ResponderExcluirDe cada voz que cala imensidões bastante"
LINDO!!
"Pois que lá no céu
As horas são eternas!"
MARAVILHOSO!
sem mais palavras, abraço!
Pedro Saulo
Embala doce, teus pedaços. Esse poema inteiro, cheio de horas - meio céu, meio cais.
ResponderExcluirLindo, lindo, Márcia...
As cores do Sul...
ResponderExcluirAbraço
Jorge, só tu pra e-me-n-dar os versos com tanta simetria...obrigada por tocar o céu...
ResponderExcluirabraços...
Obrigada Pedro e Sylvia, seus coments sempre a alegrar meus dias....
ResponderExcluirFraterno abraço aos dois!
Márcia...
ResponderExcluir«Dentro de cada verso mora o infinito»
Dentro de ti moram as palavras do poema!
Um beijOOO
AL
Obrigada AL, tuas palavras sempre a alegrar meus dias inteiros!!
ResponderExcluirabraços,
Márcia